Salmo 127: Como Construir uma família segura em um mundo perigoso

Como construir uma família segura em um mundo perigoso
Como construir uma família segura em um mundo perigoso

Como construir uma família segura em um mundo perigoso?

Nesta pregação expositiva No Salmo 127.1–5 temos como tema para o sermão a Família, providência e dependência de Deus. O problema que esta pregação quer trabalhar é sobre “Como construir uma família segura em um mundo no qual não conseguimos controlar o futuro?”. Portanto, a tese que podemos trabalhar aqui é “Não podemos garantir a segurança da nossa família pelo nosso próprio esforço; precisamos confiar no Deus que edifica a casa, sustenta os que trabalham e conduz a próxima geração”.

INTRODUÇÃO

Uma das perguntas que acompanham aqueles que amam sua família é: “O que será dela amanhã?” Essa preocupação começa muito antes de os filhos compreenderem o significado da palavra futuro. Ela aparece quando os pais pensam na educação que oferecerão, nas amizades que os filhos terão, nas dificuldades que precisarão enfrentar e, mais tarde, nas escolhas que farão quando já não estiverem sob a supervisão dos pais. Ela também acompanha o casal nas decisões relacionadas ao trabalho, às finanças, à moradia e a tantas outras circunstâncias que parecem determinar a estabilidade da casa.

Por isso, construímos, planejamos e trabalhamos. Procuramos oferecer aos nossos filhos aquilo que acreditamos ser melhor, cuidamos do casamento, organizamos as finanças e tentamos antecipar os problemas que podem surgir. Em grande medida, isso é responsabilidade. O problema começa quando confundimos responsabilidade com controle e passamos a acreditar que, se fizermos tudo corretamente, conseguiremos garantir o futuro da nossa família.

Mas não conseguimos. Podemos preparar nossos filhos, mas não podemos controlar todas as escolhas que eles farão. Podemos trabalhar para oferecer segurança, mas não podemos eliminar todas as circunstâncias que ameaçam nossa tranquilidade. Podemos cuidar do casamento, mas não podemos determinar tudo o que acontecerá ao longo dos anos. Podemos planejar o futuro, mas não podemos conhecê-lo antecipadamente.

É exatamente nesse ponto que o Salmo 127 nos encontra.

NARRATIVA

O salmista começa falando de uma casa que está sendo construída, passa a falar de uma cidade que precisa ser guardada, descreve pessoas trabalhando intensamente e termina apresentando os filhos como herança do Senhor e como flechas nas mãos do guerreiro. Essas imagens não estão reunidas por acaso. Todas apontam para a mesma realidade: o ser humano possui responsabilidades reais, mas não possui soberania sobre os resultados daquilo que faz.

Por isso, a pergunta que conduzirá nossa reflexão é: como construir uma família segura em um mundo no qual não conseguimos controlar o futuro?

O Salmo 127 nos ensina que a verdadeira segurança da nossa casa começa quando reconhecemos que Deus é quem a edifica, aprendemos a descansar em sua providência e recebemos a próxima geração como uma responsabilidade confiada às nossas mãos, mas pertencente ao Senhor.

Vejamos hoje sobre como construir uma família segura em um mundo perigoso?


1. DEUS PRECISA EDIFICAR A CASA QUE ESTAMOS CONSTRUINDO

O salmista começa dizendo: “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Sl 127.1). A cena é simples: existem pessoas construindo uma casa, mas existe uma realidade que precisa ser reconhecida antes que o trabalho produza qualquer segurança verdadeira. O Senhor precisa edificar.

A palavra hebraica utilizada para “casa”, bayit, possui um campo de significado amplo. Pode designar uma construção, mas também pode se referir à casa no sentido familiar e, em determinados contextos, à linhagem ou dinastia. Essa amplitude é importante porque, a partir do versículo 3, o salmo passa a tratar dos filhos e da continuidade da casa. Assim, embora não devamos reduzir bayit automaticamente à ideia de família, existe uma conexão natural entre a casa construída no primeiro versículo e a descendência apresentada posteriormente.

O salmista não está desprezando o trabalho dos construtores. Eles estão fazendo aquilo que precisam fazer. O problema está em imaginar que o esforço humano pode, por si mesmo, estabelecer aquilo que somente Deus pode sustentar. A palavra “em vão” expressa exatamente essa insuficiência. O trabalho pode ser legítimo, diligente e necessário, mas não possui em si mesmo o poder de garantir o resultado.

Essa verdade precisa entrar no coração da vida familiar. Pais trabalham, educam, estabelecem limites, ensinam, corrigem e procuram proporcionar boas condições aos filhos. Tudo isso faz parte da responsabilidade que Deus confiou à família. Entretanto, nenhuma dessas ações concede aos pais controle absoluto sobre aquilo que acontecerá dentro da casa. Podemos ensinar nossos filhos a verdade, mas não podemos produzir fé em seus corações; podemos oferecer bons exemplos, mas não podemos garantir todas as decisões que eles tomarão; podemos construir um ambiente saudável, mas não podemos eliminar todas as dificuldades que eles enfrentarão.

É por isso que precisamos distinguir responsabilidade de soberania. Deus nos chama a trabalhar na construção da casa, mas não nos chama a ocupar o lugar daquele que verdadeiramente a edifica. Essa distinção não diminui a importância dos pais; ao contrário, coloca a responsabilidade deles no lugar correto. O pai continua sendo pai, a mãe continua sendo mãe, e ambos continuam chamados à fidelidade, mas nenhum deles precisa carregar o peso de tentar produzir aquilo que somente Deus pode conceder.

A segunda imagem do versículo confirma essa mesma verdade: “Se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” A sentinela tem uma função verdadeira. Ela deve vigiar, permanecer atenta e cumprir sua responsabilidade. Entretanto, sua vigilância não produz segurança absoluta. A cidade pode ter muralhas e guardas, mas ainda precisa depender do Senhor.

O mesmo princípio vale para nossa casa. Precisamos cuidar da família, acompanhar nossos filhos e discernir as influências que entram em nosso lar. Precisamos estabelecer limites e permanecer atentos. Porém, toda essa vigilância deve acontecer dentro da confiança de que a segurança definitiva não está em nossa capacidade de controlar todas as circunstâncias, mas no cuidado providencial de Deus.

João Calvino percebeu essa dimensão do salmo ao observar que tanto a ordem pública quanto a doméstica dependem da bênção de Deus, e não simplesmente da habilidade, diligência ou sabedoria humana. A observação é importante porque nos ajuda a compreender o equilíbrio do texto: o salmista não está dizendo que o construtor deve abandonar suas ferramentas ou que a sentinela deve abandonar seu posto. Ele está dizendo que ambos precisam reconhecer que sua atividade depende daquele que está acima deles.

Assim, a primeira resposta à nossa pergunta é clara: uma família segura começa quando reconhecemos que Deus precisa edificar a casa que estamos construindo.


2. DEUS PRECISA SUSTENTAR AQUELES QUE TRABALHAM

O versículo 2 aprofunda o argumento mostrando uma pessoa que se levanta cedo, trabalha até tarde e come o pão adquirido com esforço. “Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes” (Sl 127.2). Mais uma vez, o problema não é o trabalho em si. A Escritura valoriza a diligência, e o próprio contexto pressupõe pessoas trabalhando. O que o salmista confronta é a tentativa de transformar o trabalho em garantia de segurança.

O homem descrito pelo salmista parece viver como se precisasse permanecer continuamente em atividade para assegurar o futuro. Ele se levanta cedo, termina tarde e continua trabalhando porque acredita que, quanto mais esforço acrescentar, maior será sua capacidade de controlar o resultado. A questão, portanto, não é simplesmente quanto ele trabalha, mas em que ele está depositando sua confiança.

Essa palavra toca diretamente uma dificuldade presente na vida familiar. É possível começar trabalhando por amor e responsabilidade e, aos poucos, passar a trabalhar movido pelo medo. Queremos pagar todas as contas, garantir o futuro dos filhos, evitar qualquer dificuldade e proporcionar estabilidade à família. Entretanto, quando nossa confiança passa a depender exclusivamente daquilo que conseguimos produzir, a responsabilidade pode se transformar em ansiedade.

O salmista então introduz o descanso ao afirmar que o Senhor dá sono aos seus amados, embora a construção hebraica também permita a interpretação tradicional de que Deus concede aos seus amados enquanto dormem. Não precisamos transformar essa questão linguística em uma promessa de prosperidade ou em uma defesa da preguiça. O contraste do versículo é suficientemente claro: o trabalho humano possui limites, e o homem precisa reconhecer esses limites diante da providência de Deus.

Há uma dimensão profundamente espiritual nisso. Quando dormimos, deixamos de trabalhar, de vigiar e de administrar. Por algumas horas, somos obrigados a reconhecer que o mundo não depende da nossa capacidade de permanecer acordados. Nossa casa continua existindo, nossos filhos continuam crescendo e o futuro continua se aproximando, mas não podemos controlá-lo durante toda a noite. Precisamos confiar que Deus continua governando quando nossas mãos já não conseguem fazer mais nada.

Essa confiança também corrige uma compreensão equivocada da responsabilidade familiar. O pai responsável não é aquele que consegue controlar todas as circunstâncias da vida dos filhos, mas aquele que procura ser fiel naquilo que Deus lhe confiou e entrega a Deus aquilo que está além de seu alcance. O mesmo vale para o casamento e para o sustento da casa. Devemos trabalhar, planejar e agir com prudência, mas não precisamos viver como se cada resultado dependesse exclusivamente da nossa capacidade.

James Montgomery Boice aplica esse princípio à criação dos filhos ao observar que, se é inútil construir uma casa ou guardar uma cidade sem Deus, também é inútil tentar criar filhos sem Deus. A força dessa aplicação está justamente na conexão entre as duas partes do salmo. A casa precisa do Senhor para ser edificada, o trabalho precisa da providência do Senhor para produzir fruto e a família precisa reconhecer que sua continuidade também está nas mãos dele.

Talvez o que esteja roubando a paz de algumas famílias não seja apenas a quantidade de responsabilidades, mas a tentativa de controlar resultados que nunca estiveram sob nosso domínio. A fé não nos chama a abandonar aquilo que precisamos fazer; ela nos ensina a fazer nossa parte sem transformar nossa responsabilidade em uma tentativa de ocupar o lugar de Deus.

Trabalhamos com diligência, mas descansamos na providência do SENHOR.

Salmos - A Bíblia de Sermões do Pregador - Esboços para Pregação Expositiva e Estudos Bíblicos
Salmos – A Bíblia de Sermões do Pregador – Esboços para Pregação Expositiva e Estudos Bíblicos

3. DEUS NOS CONFIA A PRÓXIMA GERAÇÃO

Depois de falar sobre construção, proteção, trabalho e descanso, o salmista dirige nossa atenção aos filhos: “Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Sl 127.3). A palavra “herança” coloca a descendência na categoria daquilo que é recebido. O filho é apresentado como dádiva de Deus, e essa afirmação completa o argumento iniciado no primeiro versículo.

No início do salmo, o homem constrói uma casa, mas precisa reconhecer que Deus é quem a edifica. Agora, quando aparece a descendência, o homem precisa reconhecer novamente que aquilo que dará continuidade à casa também é recebido do Senhor. Em ambos os casos, o salmista desloca nossa confiança daquilo que conseguimos produzir para aquilo que recebemos da providência divina.

Isso é especialmente importante para os pais. Os filhos são responsabilidade, mas também são dádiva. Recebemos autoridade para cuidar deles, educá-los e discipliná-los, mas essa autoridade não significa que eles sejam propriedade absoluta dos pais. A linguagem do salmo nos lembra que, antes de serem nossos filhos, eles pertencem ao Senhor.

Essa verdade pode ser difícil de aceitar porque amar os filhos desperta em nós um desejo legítimo de protegê-los. Queremos evitar suas dores, corrigir seus erros antes que aconteçam e impedir que façam escolhas que possam prejudicá-los. Entretanto, existe um limite que precisamos reconhecer. Podemos orientar nossos filhos, mas não podemos viver suas vidas por eles; podemos aconselhá-los, mas não podemos tomar todas as decisões em seu lugar; podemos prepará-los, mas não podemos controlar o caminho que seguirão.

É nesse contexto que o salmista afirma: “Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade” (v. 4). A imagem é de força, continuidade e preparação para enfrentar o futuro. No contexto original, a metáfora está ligada à capacidade da família de possuir continuidade e força diante dos adversários, especialmente considerando a importância social da descendência no antigo Israel.

A partir dessa imagem, podemos fazer uma aplicação importante à responsabilidade dos pais. Uma flecha não permanece para sempre na mão do guerreiro. Ela é preparada e, no momento apropriado, deixa sua mão. Da mesma maneira, os pais precisam compreender que sua tarefa não é controlar indefinidamente os filhos, mas prepará-los para viverem com responsabilidade diante de Deus.

Isso inclui ensinar a Palavra, cultivar caráter, estabelecer limites, corrigir quando necessário e oferecer um exemplo coerente de vida cristã. Significa também preparar os filhos para enfrentar um mundo no qual nem sempre encontrarão os mesmos valores que aprenderam em casa. Contudo, depois de cumprir fielmente essa responsabilidade, os pais precisam confiar os filhos à providência daquele que os recebeu como herança.

O salmo termina falando de um homem bem-aventurado cuja aljava está cheia e que não será envergonhado quando tratar com seus inimigos à porta. A porta da cidade era um lugar de atividade pública, julgamento e confronto, de modo que a imagem final comunica continuidade e força para enfrentar aquilo que o futuro trouxer. O salmo começou com uma casa que precisava ser edificada e termina com uma casa preparada para enfrentar o futuro.

A conexão é clara: a segurança da casa não está na capacidade humana de controlar o que acontecerá amanhã, mas na confiança naquele que permanece soberano sobre o amanhã.


CRISTO É A ESPERANÇA DA NOSSA CASA

Entretanto, ainda precisamos olhar para além da própria família. Se a mensagem terminar apenas com o conselho de que os pais devem confiar mais em Deus, teremos uma aplicação legítima, mas ainda não teremos acompanhado toda a trajetória da teologia bíblica.

Ao longo das Escrituras, os temas da casa e da descendência aparecem repetidamente dentro da história da redenção. Deus promete descendência a Abraão, estabelece uma casa a Davi e conduz a história bíblica em direção ao descendente por meio de quem suas promessas seriam cumpridas. A esperança da casa e da descendência, portanto, não termina em uma família humana; ela aponta para a história maior da aliança de Deus.

Essa história encontra seu cumprimento em Jesus Cristo, o Filho de Davi. Nele, as promessas de Deus alcançam seu cumprimento, e Deus estabelece seu reino e reúne para si um povo. Nossa esperança, portanto, não está na capacidade de construir uma família perfeita, porque nenhuma família humana é perfeita. Nossa esperança está naquele que é perfeito e cuja graça alcança pessoas imperfeitas.

Isso também muda a maneira como lidamos com nossos próprios fracassos. Pais falham, filhos falham e casamentos atravessam períodos difíceis. Existem palavras que gostaríamos de não ter dito, decisões que gostaríamos de ter tomado de outra maneira e oportunidades que não podemos recuperar. Entretanto, o evangelho não nos deixa presos à ilusão de que precisamos construir uma família perfeita para sermos aceitos por Deus. Em Cristo encontramos perdão, graça e a possibilidade de recomeçar com fidelidade.

A graça não elimina nossa responsabilidade; ela nos permite assumir nossa responsabilidade sem carregar o peso de tentar ser Deus. Podemos pedir perdão quando erramos, procurar nossos filhos quando precisamos reconstruir relacionamentos, corrigir aquilo que precisa ser corrigido e continuar ensinando a verdade. Ao mesmo tempo, podemos entregar ao Senhor aquilo que nossas mãos nunca conseguiram controlar.


CONCLUSÃO

Voltemos à pergunta que orientou nossa reflexão: como construir uma família segura em um mundo no qual não conseguimos controlar o futuro?

O Salmo 127 não promete que nossa família será poupada de problemas, que nossos filhos jamais errarão ou que nosso casamento atravessará a vida sem crises. A segurança apresentada pelo salmista é mais profunda. Ela não depende da nossa capacidade de eliminar todas as ameaças que podem alcançar nossa casa, mas da certeza de que Deus permanece soberano quando chegamos ao limite daquilo que podemos fazer.

Por isso, continuaremos construindo, trabalhando, educando, planejando e cuidando da nossa família. Faremos isso com diligência, porque Deus nos confiou responsabilidades reais. Porém, não transformaremos essas responsabilidades em uma tentativa de controlar o futuro. Saberemos que existe uma diferença entre aquilo que Deus colocou em nossas mãos e aquilo que pertence somente à sua providência.

Talvez essa seja a palavra que alguém precise ouvir hoje. Você pode estar preocupado com um filho que tomou uma direção que o inquieta, com um casamento que atravessa uma fase difícil ou com uma situação financeira que parece ameaçar a estabilidade da sua casa. O Salmo 127 não manda você ignorar essas circunstâncias, mas também não permite que elas ocupem o lugar de Deus em seu coração. Faça aquilo que é sua responsabilidade, ore, ensine, corrija, trabalhe e permaneça fiel; depois, entregue ao Senhor aquilo que você jamais poderia controlar.

Nossa família não estará segura porque conseguimos controlar o futuro. Ela estará segura porque o futuro continua nas mãos daquele que edifica a casa, sustenta seus amados e governa todas as coisas.

É por isso que podemos trabalhar sem desespero, descansar sem culpa e preparar nossos filhos sem a ilusão de que precisamos determinar cada passo de sua caminhada. O Senhor nos chama para a fidelidade, mas não nos chama para a soberania. Essa pertence a ele.

No final, a questão não é apenas se conseguimos construir uma boa casa, mas se estamos dispostos a colocar nas mãos de Deus aquilo que construímos. O salmista nos conduz exatamente a esse lugar:

“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam.”

Que nossas famílias aprendam a viver nessa dependência. Que trabalhemos com responsabilidade, eduquemos com sabedoria, amemos com perseverança e descansemos na providência de Deus. E que, quando chegarmos diante daquilo que não podemos controlar, encontremos descanso na certeza de que nossa casa não depende finalmente da força das nossas mãos, mas das mãos daquele que nunca perde o controle da história.


Sobre o Autor

Saiba mais sobre o autor e seu método →


Referências e Indicação de Leitura

Conheça mais: Este artigo teológico foi desenvolvido com base no conteúdo da Coleção Esboços Bíblicos Completos para Pregação Expositiva, uma biblioteca expositiva desenvolvida para auxiliar a Igreja na proclamação fiel do Evangelho.

Bíblia Sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida, Edição Corrigida e Revisada Fiel (ACF). Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

Bíblia de Jerusalém. Nova edição, revista e ampliada. São Paulo: Paulus, 2002.

Novum Testamentum Graece (NA28). Edited by Barbara Aland et al. Stuttgart: Deutsche Bibelgesellschaft, 2012.

DOUGLAS, J. D. et al. (eds.). Novo Dicionário da Bíblia. São Paulo: Vida Nova, 2006.


Livros para Formação do Pregador