Naum: A Bíblia de Sermões do Pregador
O preço original era: R$49,90.R$19,90O preço atual é: R$19,90.
Esboços de Pregação no Livro de Naum para Sermões Expositivos e Estudos Bíblicos
Descrição
Naum: Esboços Bíblicos Completos para Pregação Expositiva e Estudos Bíblicos com pesquisa arqueológica, cultural, exegética, histórica e teológica.
Toda semana acontece a mesma cena.
Um pastor abre sua Bíblia, escolhe o texto que será pregado no próximo culto e inicia um longo caminho entre a leitura da passagem e o momento de subir ao púlpito.
Esse caminho exige oração, estudo, interpretação, pesquisa, organização e, acima de tudo, fidelidade às Escrituras.
Mas a realidade do ministério raramente oferece o tempo que esse processo exige.
Entre aconselhamentos, visitas, administração da igreja, família, trabalho e tantas outras responsabilidades, muitos pregadores convivem com a mesma preocupação silenciosa:
“Será que estou interpretando este texto corretamente?”
Quando o livro escolhido é Naum, esse desafio se torna ainda maior.
Como explicar um livro inteiramente dedicado ao juízo contra Nínive sem transformá-lo apenas em uma mensagem sobre condenação?
Como compreender a relação entre Naum e a profecia de Jonas?
Como revelar à igreja que a destruição do Império Assírio faz parte da história da redenção e manifesta a justiça de Deus?
Como conduzir cada sermão até Cristo preservando o contexto histórico e a intenção original do profeta?
Responder a essas perguntas normalmente exige consultar diversos comentários bíblicos, pesquisas históricas, estudos sobre literatura profética, arqueologia, Teologia Bíblica e materiais de homilética.
Foi exatamente para reduzir essa distância entre o texto bíblico e o púlpito que nasceu a coleção Esboços Bíblicos Completos para Pregação Expositiva.
Este volume não foi desenvolvido para substituir seu estudo das Escrituras.
Ele foi desenvolvido para fortalecê-lo.
Enquanto você permanece dedicado à oração, à meditação e à preparação da mensagem, esta obra coloca ao seu lado uma pesquisa cuidadosamente organizada para ajudá-lo a compreender Naum com maior segurança, estruturar sermões expositivos consistentes e proclamar Cristo de maneira fiel ao texto bíblico.
Por que este volume é diferente?
Embora utilize a expressão “esboços bíblicos”, esta obra oferece muito mais do que roteiros para sermões.
Ela funciona como uma verdadeira ferramenta ministerial de preparação.
Em um único volume você encontrará recursos que normalmente estariam distribuídos entre comentários bíblicos, livros de Teologia Bíblica, pesquisas históricas, arqueologia, geografia bíblica, literatura profética e homilética.
O objetivo não é entregar sermões prontos para serem repetidos no púlpito.
O objetivo é oferecer ao pregador uma base sólida para compreender o texto, desenvolver sua própria exposição e comunicar as Escrituras com segurança, profundidade e fidelidade.
Uma exposição completa do livro de Naum
O livro de Naum anuncia a queda de Nínive, a poderosa capital do Império Assírio, e proclama que nenhum reino humano permanece de pé diante da justiça de Deus. A mesma cidade que, nos dias de Jonas, experimentou a misericórdia do Senhor, agora enfrenta Seu justo julgamento por retornar à violência, à arrogância e à rebelião contra Ele.
Ao longo deste volume você encontrará uma exposição completa de Naum, explorando seu contexto histórico, político, cultural, geográfico, literário e teológico.
Os sermões desenvolvem temas fundamentais como a santidade de Deus, a justiça divina, a paciência do Senhor, o juízo contra o pecado, a soberania sobre as nações, o consolo do povo da aliança, a certeza do governo divino, a queda dos impérios humanos, a esperança da restauração e o triunfo definitivo do Reino de Deus.
Cada mensagem foi construída para ajudar você a compreender que Naum não é apenas uma profecia sobre a destruição de Nínive, mas uma poderosa declaração de que Deus governa a história, julga o mal no tempo certo e permanece fiel às Suas promessas feitas ao Seu povo.
Exegese que conduz ao Evangelho
Todos os sermões foram desenvolvidos a partir do método histórico-gramatical, respeitando a gramática do texto bíblico, seu contexto histórico, literário e canônico.
A pesquisa exegética dialoga constantemente com a Teologia Bíblica e a Teologia Sistemática, preservando o significado original da passagem sem perder sua aplicação pastoral.
Um dos maiores diferenciais desta coleção é sua abordagem cristocêntrica.
Ao longo de Naum, o leitor perceberá que a justiça anunciada contra Nínive revela a santidade de Deus e aponta para o julgamento definitivo que será plenamente manifestado por Cristo. Ao mesmo tempo, o consolo oferecido ao povo da aliança encontra seu cumprimento no Evangelho, onde o mesmo Senhor que julga o pecado oferece salvação aos que se refugiam n’Ele por meio da obra redentora de Jesus.
Por isso, todos os capítulos incluem uma seção específica dedicada ao Messias no texto e ao Evangelho na passagem, auxiliando o pregador a anunciar Cristo sem romper com o sentido original das Escrituras.
O que você encontrará nesta obra
✔ Uma introdução completa ao livro de Naum.
✔ Panorama histórico, político, cultural e religioso do Império Assírio.
✔ Contexto da cidade de Nínive e de sua queda.
✔ Estrutura literária e organização da profecia.
✔ Pesquisa arqueológica, histórica e cultural organizada para economizar horas de estudo.
✔ Exegese das principais perícopes.
✔ Integração entre Exegese, Teologia Bíblica e Teologia Sistemática.
✔ Sermões expositivos completos para pregação e ensino.
✔ Tema, objetivo, mensagem central e desenvolvimento completo de cada sermão.
✔ Aplicações práticas fundamentadas no texto bíblico.
✔ A revelação do Messias ao longo de Naum.
✔ O Evangelho presente em cada mensagem.
✔ Citações de importantes teólogos e pregadores.
✔ Um recurso para acompanhar você na preparação de sermões, estudos bíblicos, discipulado e formação ministerial.
Para quem esta obra foi desenvolvida?
• Pastores.
• Pregadores.
• Líderes cristãos.
• Professores de Escola Bíblica Dominical.
• Estudantes de Teologia.
• Seminários e Institutos Bíblicos.
• Todos aqueles que desejam interpretar Naum com maior segurança e proclamar sua mensagem com fidelidade às Escrituras.
Um companheiro para o seu ministério
Naum nos lembra que a paciência de Deus nunca deve ser confundida com indiferença. O Senhor continua governando sobre as nações, confrontando o orgulho humano e cumprindo Sua Palavra no tempo determinado. Em uma época marcada pela sensação de impunidade e pela aparente vitória do mal, a mensagem de Naum fortalece a igreja ao anunciar que a justiça de Deus prevalecerá e que Seu Reino jamais será derrotado.
Este recurso foi desenvolvido para caminhar ao seu lado durante cada etapa da preparação da mensagem, reduzindo a distância entre o texto bíblico e o púlpito. Assim, você poderá dedicar menos tempo reunindo informações dispersas e mais tempo compreendendo profundamente a mensagem do profeta, proclamando o Evangelho com convicção e edificando a igreja por meio de uma exposição bíblica sólida, cristocêntrica e fiel às Escrituras.
FAQ: Perguntas Frequentes
Quem foi o profeta Naum?
Praticamente nada se sabe além do que o próprio livro informa: era elcosita, e sua profecia é chamada de visão. A localização de Elcós é desconhecida, com propostas na Galileia, em Judá e até na Assíria.
O que significa o nome Naum?
“Consolação” ou “conforto”. A escolha é notável para um livro inteiramente dedicado ao anúncio de destruição, e indica onde está o público: o consolo é para os oprimidos por Nínive, e não para ela.
Quando o livro foi escrito?
Entre 663 e 612 a.C. O limite superior vem da menção à queda de Nô-Amom, a Tebas egípcia, ocorrida em 663 e tratada como evento passado. O limite inferior é a própria queda de Nínive, em 612, que o livro anuncia como futura.
Qual é o assunto do livro?
A destruição de Nínive, capital do império assírio. É oráculo contra uma nação estrangeira, do começo ao fim, sem qualquer acusação dirigida a Judá.
Qual é a estrutura?
Três capítulos. O primeiro apresenta o caráter de Deus numa teofania, com acróstico parcial no início. O segundo descreve o cerco e a queda da cidade. O terceiro pronuncia o ai sobre a cidade sanguinária e compara sua sorte à de Tebas.
O livro tem acróstico?
O capítulo 1 apresenta um acróstico incompleto, cobrindo aproximadamente a primeira metade do alfabeto hebraico. Não se sabe se está corrompido na transmissão ou se a incompletude é deliberada, e a questão é discutida.
Onde ficava Nínive?
Junto ao rio Tigre, na atual Mossul, norte do Iraque. Era uma das maiores cidades do mundo antigo, com muralhas extensas, palácios monumentais e sistema de aquedutos, ampliada por Senaqueribe como capital do império.
Por que a Assíria era tão temida?
Por brutalidade sistemática e deliberadamente publicitada. Os próprios anais e relevos assírios documentam esfolamento de prisioneiros, empalamento, mutilações, pilhas de cabeças e deportação em massa de populações inteiras. O terror era instrumento de política externa, e os registros vinham dos vencedores, sem qualquer tentativa de amenizar.
O que a Assíria fez a Israel?
Destruiu o reino do Norte em 722 a.C., deportando grande parte da população e repovoando Samaria com estrangeiros. Também invadiu Judá sob Senaqueribe em 701, tomando quarenta e seis cidades fortificadas e cercando Jerusalém, que não caiu.
Naum menciona essas atrocidades?
Sim, e sem rodeios. Chama Nínive de cidade sanguinária, cheia de mentiras e de rapina, cujo despojo nunca cessa, e descreve o efeito de sua queda: todos os que ouvirem a notícia baterão palmas, porque sobre quem não passou continuamente a sua maldade.
Qual a relação entre Naum e Jonas?
Os dois livros tratam da mesma cidade, separados por cerca de cento e cinquenta anos. Em Jonas, Nínive se arrepende diante da pregação e é poupada. Em Naum, o juízo anunciado se cumpre.
Isso significa que o arrependimento de Nínive foi falso?
Não necessariamente. O mais provável é que tenha sido genuíno na geração que o viveu e não tenha se sustentado nas seguintes. Arrependimento nacional não se transmite por herança, e a Assíria retomou depois a política de conquista e crueldade que a caracterizava.
O que os dois livros ensinam juntos?
Que a paciência de Deus é real e não é infinita. Jonas mostra que ele perdoa até os piores quando se voltam para ele; Naum mostra que o adiamento do juízo não é sua anulação. Lidos em sequência, os dois formam o quadro completo, e nenhum deles funciona bem sozinho.
Por que Jonas resistiu à missão e Naum não?
Jonas fugiu porque sabia que Deus poderia poupar Nínive, e não queria isso. Naum não enfrenta esse dilema, porque anuncia juízo já decidido. A diferença entre os dois profetas expõe, por contraste, o problema do coração de Jonas.
Como o livro começa?
Com uma declaração sobre quem Deus é: zeloso e vingador, que se ira contra os seus adversários, tardio em irar-se e grande em poder, que de modo algum terá por inocente o culpado. O juízo sobre Nínive é apresentado como decorrência do caráter divino, e não como reação passageira.
Naum cita Êxodo 34?
Sim, e a citação é parcial e deliberada. A confissão de Êxodo 34,6-7 declara que Deus é misericordioso, compassivo, tardio em irar-se e grande em benignidade, e que de maneira alguma terá por inocente o culpado. Jonas cita a primeira metade ao reclamar da misericórdia; Naum cita a segunda ao anunciar o juízo. As duas metades pertencem ao mesmo texto.
O que significa dizer que Deus é “zeloso”?
Que ele não é indiferente ao que acontece com o seu povo nem à maldade praticada no mundo. O termo tem conotação de compromisso relacional intenso, e no contexto do livro significa que Deus não permanece neutro diante de opressão prolongada.
O que significa Naum 1,7?
Declara que o SENHOR é bom, fortaleza no dia da angústia, e conhece os que nele confiam. É o versículo mais buscado do livro, e sua localização é significativa: aparece no meio de uma descrição de juízo, entre a teofania que faz os montes tremerem e o anúncio da destruição de Nínive.
Por que essa combinação importa?
Porque mostra que a bondade de Deus e o seu juízo não são atributos concorrentes. Para quem estava sob a bota assíria, a notícia de que Nínive cairia era a demonstração de que ele é bom. O versículo não interrompe o tema do livro, e sim o explica.
O que é a teofania do capítulo 1?
A descrição da vinda de Deus em juízo, com linguagem cósmica: caminha na tempestade, repreende o mar, seca os rios, faz tremer os montes e derreter as colinas. É recurso comum na poesia profética para comunicar que a intervenção divina afeta a criação inteira.
Como Naum descreve o cerco?
Com vividez incomum. Escudos avermelhados, carros com aço reluzente correndo pelas ruas, capitães convocados, muralhas preparadas, e a cidade tomada. A poesia é rápida e entrecortada, imitando o ritmo do ataque.
O que significa “as comportas dos rios se abrirão”?
O versículo 2,6 anuncia que as comportas dos rios se abrirão e o palácio se dissolverá. Historiadores antigos, entre eles Diodoro Sículo, registram que uma enchente derrubou parte da muralha de Nínive durante o cerco, contribuindo decisivamente para a queda. A correspondência entre o anúncio e o relato histórico é frequentemente destacada.
Quando e como Nínive caiu?
Em 612 a.C., diante de uma coalizão de babilônios, medos e citas. A Crônica Babilônica registra o cerco e a tomada da cidade, e o império assírio, que dominara o Oriente Próximo por séculos, desapareceu poucos anos depois.
O que aconteceu com a cidade depois?
Foi destruída tão completamente que sua localização se perdeu. Xenofonte passou pela região cerca de duzentos anos depois e descreveu ruínas sem saber que cidade fora aquela, e por séculos houve quem duvidasse de que Nínive tivesse realmente existido nas proporções descritas.
Quando Nínive foi redescoberta?
Nas escavações da década de 1840, sobretudo por Austen Henry Layard e Hormuzd Rassam, nos montes de Kuyunjik e Nebi Yunus, junto a Mossul. Foram encontrados palácios, relevos e a biblioteca de Assurbanípal, com dezenas de milhares de tabuinhas. A redescoberta confirmou tanto a existência da cidade quanto a extensão de sua ruína.
O que Naum diz sobre Tebas?
O capítulo 3 usa a queda de Nô-Amom, a Tebas egípcia, como precedente. Argumenta que ela era forte, cercada de águas, com Etiópia e Egito por força, e ainda assim foi levada ao exílio, com seus filhos despedaçados nas esquinas. A pergunta implícita é por que Nínive se julgaria diferente.
Como o livro termina?
Com a constatação de que não há cura para a ferida de Nínive, e com a observação final de que todos os que ouvirem a notícia baterão palmas, porque sobre quem não passou continuamente a sua maldade. A última palavra é sobre a ausência de luto.
Naum é um livro vingativo?
É a objeção mais comum, e ela merece resposta. O livro não convoca ninguém à vingança nem descreve retaliação humana: o juízo é integralmente atribuído a Deus, e Judá aparece apenas como espectadora e beneficiária. A distinção entre entregar a causa a quem julga com justiça e retaliar por conta própria é central na ética bíblica, e Romanos 12,19 a formula expressamente.
Como responder a quem vê aí um Deus inferior ao do Novo Testamento?
Observando que o próprio Novo Testamento afirma o juízo divino sobre nações e sobre o mal, inclusive em termos severos, e que o Apocalipse contém clamor por justiça vindo de mártires. A objeção é antiga, e Marcião, no século II, tentou resolvê-la separando os dois Testamentos, o que a Igreja rejeitou justamente por comprometer a unidade do caráter de Deus.
O livro celebra sofrimento humano?
Celebra o fim da opressão, e a diferença importa. O alvo é um sistema imperial que documentou por escrito as próprias atrocidades por dois séculos, e o consolo anunciado destina-se aos povos que estavam sob ele. Uma leitura que trate essa alegria como crueldade precisa ignorar quem eram as vítimas.
Naum tem alguma palavra de misericórdia?
Tem, e ela não é dirigida a Nínive. Está em 1,7, sobre Deus ser fortaleza no dia da angústia para os que nele confiam, e em 1,15, que anuncia sobre os montes os pés de quem traz boas-novas e proclama a paz. A misericórdia do livro é para os oprimidos.
O que significa “os pés do que anuncia boas-novas”?
Naum 1,15 usa praticamente a mesma linguagem de Isaías 52,7, e Paulo cita a formulação em Romanos 10,15 aplicando-a à pregação do evangelho. No contexto original, a boa-nova é a queda do opressor; no uso paulino, é a proclamação da salvação em Cristo.
O que Naum ensina sobre justiça?
Que ela é atributo de Deus e não construção humana, e que impérios prestam contas. O livro afirma isso num momento em que a Assíria parecia invencível, o que dá à profecia caráter contrafactual: foi escrita antes de qualquer sinal de declínio.
O que o livro oferece a quem sofre injustiça?
A garantia de que a opressão tem prazo e de que Deus a registra. Para leitores contemporâneos em contextos de violência ou perseguição, essa é a principal utilidade pastoral do livro, e explica por que ele aparece com frequência em teologias de contextos oprimidos.
Onde está Cristo em Naum?
Indiretamente, em duas linhas. Na figura do mensageiro de boas-novas de 1,15, que o Novo Testamento aplica à pregação do evangelho. E no juízo justo sobre o mal, que a Escritura atribui ao Cristo que retorna, o que faz de Naum uma antecipação do que o Apocalipse desenvolve.
Qual é a mensagem central?
Que Deus é bom e por isso julga. O livro coloca as duas afirmações no mesmo capítulo, e recusa a ideia de que bondade divina implique tolerância indefinida com a crueldade.
Nota final
Naum e Jonas tratam da mesma cidade e precisam ser lidos juntos. Um mostra Deus poupando a capital do império mais cruel de sua época diante de um sinal de arrependimento; o outro mostra o juízo chegando quando aquele arrependimento já não existia havia gerações. Entre os dois livros há cento e cinquenta anos de paciência divina, e é isso que a Escritura registra ao colocá-los, separados por poucas páginas, no mesmo cânon.
Sobre o Autor
Rev Fabiano Queiroz é professor, escritor, pesquisador e ministro do Evangelho pela Igreja Presbiteriana do Brasil Graduado em Teologia pelo Seminário Presbiteriano de Curitiba e pós-graduado em Teologia e Interpretação Bíblica pela FABAPAR, dedica-se ao ensino das Escrituras, à pesquisa bíblico-teológica e à pregação expositiva
Como autor, desenvolve projetos voltados ao estudo, à interpretação e à exposição fiel da Bíblia, com especial atenção à formação de pastores, pregadores, líderes cristãos e estudantes de teologia
Informação adicional
| Autor | Rev. Fabiano Queiroz |
|---|---|
| Formato | eBook (PDF), ePUB (Kindle/iPAD/Kobo) |
| Páginas | 150 |
Apenas clientes conectados que compraram este produto podem deixar uma avaliação.
Você também pode gostar de…
-
- -50%
Combo Profetas Maiores: A Bíblia de Sermões do Pregador
- O preço original era: R$299,90.R$149,00O preço atual é: R$149,00.
- Adicionar ao carrinho
-
- -52%
Combo Livros Históricos: A Bíblia de Sermões do Pregador
- O preço original era: R$478,90.R$230,00O preço atual é: R$230,00.
- Adicionar ao carrinho
-
- -45%
Combo Poéticos e Sapienciais: A Bíblia de Sermões do Pregador
- O preço original era: R$269,90.R$149,00O preço atual é: R$149,00.
- Adicionar ao carrinho
-
- -55%
Combo Profetas Menores: A Bíblia de Sermões do Pregador
- O preço original era: R$528,90.R$240,00O preço atual é: R$240,00.
- Adicionar ao carrinho














Avaliações
Não há avaliações ainda.